Ghost-writer (em inglês: "Escritor-fantasma") é como se chama à pessoa que, tendo escrito uma obra ou texto, não recebe os créditos de autoria - ficando estes com aquele que o contrata ou compra o trabalho.
Algumas editoras disponibilizam o serviço de autoria oculta, como incentivo para a publicação de novas obras ou noutras o autor se oferece para dar corpo a um livro, quando percebe que há uma boa história.
O trabalho de redação de livros chega a ser oferecido publicamente, junto ao de revisão, voltado ao público que "não tenha tempo" para escrever um livro em que o "ghostwriter ajudará o autor a redigir uma biografia, autobiografia, romances, livros técnicos, etc."
Casos
Em alguns lugares, como Canadá, o serviço de ghost-writer é reconhecido e apoiado por entidades como The Writers' Union of Canada.
Nos Estados Unidos há uma variação para os escritores de discursos, chamados ali de speechwriters (escritores de discursos, numa livre tradução).Dentre estes um dos mais proeminentes foi Ted Sorensen, assessor do Presidente Kennedy, e autor da célebre frase do discurso de posse, onde dizia "Não pergunte o que seu país pode fazer por você, mas o que você pode fazer pelo seu país"
George Lucas serviu-se da redação de Alan Dean Foster para a versão em livro de Star Wars.
No Brasil, o Chalaça foi ghost-writer de D. Pedro I, e a ex-prostituta Bruna Surfistinha serviu-se da escrita de Jorge Tarquino para a formatação do best-seller "O Doce Veneno do Escorpião - O Diário de uma Garota de Programa".
Para quem:
quer escrever um livro, mas não tem tempo, nem prática, nem paciência para escrever;
se aposentou e dispõe agora de tempo livre para realizar seu velho sonho de escrever um livro;
já escreveu um livro e deseja uma revisão, ajuste, e dê o acabamento final para ele ser publicado.


